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domingo, 25 de março de 2018

Efeitos do Álcool no Organismo Humano


A dependência do álcool é uma condição frequente, atingindo cerca de 5 a 10% da população adulta brasileira. Os descendentes de alcoólatras estão mais suscetíveis ao vício, pois, a tolerância é mais facilmente desenvolvida, graças às suas heranças genéticas. O consumo do álcool causa, em primeiro momento euforia, desinibição e sociabilidade. Conforme aumenta a dose, os efeitos passam a ser mais depressivos. Os indivíduos dependem do álcool podem desenvolver várias doenças. As mais frequentes são as doenças do fígado, do aparelho digestório e do sistema cardiovascular. O álcool produz vários efeitos na medula óssea, resultando em anemias, leucopenia e trombocitopenia. Também afeta a parte do cérebro que controla a frequência respiratória e cardíaca. À medida que o alcoolismo avança as repercussões sobre o corpo se agravam. Os alcoólatras tornam-se mais susceptíveis a infecções porque suas células de defesas são em menor número. O álcool interfere diretamente com a função sexual causando a impotência e perda da libido, além de ginecomastia e testículos atrofiados. Aproximadamente, 95% do álcool ingerido é metabolizado pela enzima desidrogenase alcoólica, os outros 5% são excretados sem sofrer qualquer transformação. O corpo humano trabalha em perfeito equilíbrio, e este deve ser mantido para que tudo funcione bem. O álcool é uma das substâncias que, se ingeridas em excesso, afeta o funcionamento do organismo, podendo causar grandes desequilíbrios. Em outras palavras, quando bebemos demais, não funcionamos mais como deveríamos. O álcool pode destruir a saúde, a família e a vida.

ROSA, Aline de Assis¹; LOPES, Clabian Úrsula F.C.H.¹; OLIVEIRA, Fabiana Bráz de¹; BOTINHA, Fabiana da Silva¹, ALMEIDA, Fernanda Cristina¹; SOUZA, Lidiane Guimarães¹; CÂMARA, Luana de Almeida¹; DINIZ, Karina Pego¹; GAVIÃO, Patrícia Araújo Barreto¹; VIEIRA, Fernanda Guimarães². In: IV Semana do Meio Ambiente, 2005, Betim. Anais. Meio Ambiente e Saúde, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC Minas, 15 a 18 de julho de 2005, Betim.

¹ Graduandos Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. ² Docente. PUC Betim. (fasbbotinha@gmail.com.br)

sábado, 24 de março de 2018

Trilhas Interpretativas Como Atividade de Educação Ambiental


Uma paisagem a cada novo olhar ou reflexão, pode apresentar cenários e dimensões diferentes. Trilhas interpretativas em uma visão mais abrangente é a percepção, compreensão e interpretação de elementos de um percurso, sejam eles de ordem biológica, histórica, geográfica, antropóloga, cultural entre outros, de acordo com um tema pré-determinado para atender as necessidades do público de interesse a ser trabalhado. O objetivo geral de uma trilha é promover uma visita agradável, relaxante, descontraída, informativa e enriquecedora, em que o grupo perca seus hábitos urbanos e tenha um contato mais íntimo, havendo uma correlação intrínseca entre homem e natureza. 

A essência está em aproveitar o caminho, ao invés de simplesmente chegar.  Uma percepção ambiental do visitante é necessária para um bom conhecimento do entorno, que se constituem de tradução da linguagem da natureza por meio de uma gama de estímulos recebidos durante o trajeto, assim uma interdisciplinaridade científica é extremamente necessária, senão obrigatória.   Uma trilha pode ser puro encantamento, uma lição de sabedoria, emoções e sentimentos e deve ser avaliada em todo o seu trajeto: rotas, acessos, mirantes, placas informativas, estado de conservação e manutenção, tendo em vista que a apreciação da área pelos visitantes está intimamente ligada à escolha do lugar. Portanto, devem-se levar em considerações os segmentos, de acordo com o IAPI (Indicadores de Atratividade de pontos Interpretativos): Levantamento dos indicadores para a interpretação; levantamento de indicadores de atratividade, elaboração de uma ficha de campo e seleção final. O percurso deve ser envolvente e criativo dando um sentido especial às trilhas interpretativas sendo, portanto, subsídios imprescindíveis à prática de educação ambiental. È um recurso importante para conscientizar, sensibilizar e desenvolver atitudes e condutas sob uma visão conservacionista buscando o resgate do significado da integração ambiental mediante o conhecimento.    


LEITE, Eugênio¹; BOTINHA, Fabiana da Silva²; ALMEIDA, Fernanda Cristina Medeiros de²; SOUZA, Gisele Rodrigues². Trilhas Interpretativas como Atividade de Educação Ambiental. In: IV Semana do Meio Ambiente, 2005, Betim. Anais... Meio Ambiente e Saúde, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC Minas, 15 a 18 de julho de 2005, Betim.


 ¹Docente. ² Graduandos da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. (fasbbotinha@gmail.com.br)